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Sobre o PSB e o fim da hegemonia em Pernambuco

Publicado em 22/05/2015, Às 6:29

Eduardo Campos3

ONDAS Incertezas sobre a Frente Popular em 2016, nas eleições do Recife, estão entre consequências do acúmulo de ruídos no partido socialista, ondas que se propagaram após a ausência de Eduardo, na foto. Foto: Guga Matos/JC Imagem

 

A traumática perda do ex-governador Eduardo Campos (PSB) é um desses eventos que provoca efeitos em ondas. Porque vão se desdobrando em consequências diferentes, todas em torno de uma só questão: o fim da hegemonia.

Não é que o PSB tenha sido hegemônico. Afinal, mesmo quando Eduardo estava à frente do partido, o resultado do prefeito Geraldo Julio nas urnas, em 2012, foi de 51,15%. A hegemonia que desapareceu foi a de Eduardo, que resolvia os ruídos e unia o PSB. A que emanava de sua liderança.

Mesmo quando ia em frente com suas decisões, Eduardo ouvia e negociava, como no processo de escolha do seu sucessor, o que levou ao governador Paulo Câmara. Sem Eduardo, o PSB começou a exteriorizar conflitos internos, com episódios que se sucedem como ondas.

Logo após a morte de Eduardo, por exemplo, Geraldo chamou para si o protagonismo da Frente Popular, gesto que já na época gerou ruídos em seu partido.

Em fevereiro deste ano, nas eleições da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, os socialistas deixaram de lançar o deputado Waldemar Borges (PSB) à presidência da Casa e Guilherme Uchoa (PDT) conseguiu impor o próprio nome. Então o Palácio do Campo das Princesas resolveu indicar Lula Cabral, ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho, para o cargo de primeiro-secretário da Casa, uma articulação do secretário da Casa Civil, Antônio Figueira. E quem levou foi outro socialista, o deputado Diogo Moraes.

Novos efeitos continuam, como a perda de força do PSB de Pernambuco para São Paulo, ruídos entre socialistas na equipe de Paulo Câmara e interrogações quanto ao futuro da Frente Popular – dúvidas que pairam no partido e em outras siglas. Ainda sem nomes claros na disputa de 2016, os maiores adversários ou aliados de Geraldo Julio, neste momento, são a própria gestão, o PSB e ele mesmo.

 

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Após tragédia de Camila, vereador e deputado propõem multar ônibus superlotados

Publicado em 21/05/2015, Às 16:48

Camila

VÍTIMA Estudante morreu após cair de ônibus em movimento após a porta do veículo se abrir. Foto: Reprodução/Facebook

 

Um vereador do Recife, Romerinho Jatobá (PR), e um deputado estadual, Pedro Serafim Neto (PDT), se propõem a levar respectivamente para a Câmara dos Vereadores e para a Assembleia Legislativa um assunto que à primeira vista parece fugir do roteiro tradicional da política. Mas, apesar de soar como “carona” no assunto da moda, tem potencial de ressonância, por ir ao encontro do que o cidadão, desde junho de 2013, deixou claro esperar dos legisladores: respostas para problemas do mundo real, no cotidiano. O que Jatobá e Serafim Neto fizeram foi prestar atenção ao caso de Camila Mirelle Pires da Silva, de 18 anos, a estudante que, no dia 8 de abril, morreu após cair de um ônibus em movimento porque a porta se abriu. É a história de um absurdo dentro do outro, porque, além do caso em si, a tragédia não teve eco no poder público, que se eximiu de oferecer qualquer resposta sobre o debate embutido no acidente, como se fosse um mero caso de polícia.

O caso em si precisa ser realmente investigado, claro. Mas a questão passa por olhar o transporte público também. E em especial a superlotação, que não é simplesmente tirar ou colocar gente dentro de um ônibus. Para resolver é preciso pensar no horário e frequência dos veículos, no tamanho da frota, na estrutura de fiscalização, na tarifa, em subsídio.

Investigar o caso de Camila é importante, mas pouco.

E se a discussão precisa começar por algum lugar, cada um, tanto o vereador quanto o deputado estadual, apresentou seu projeto de lei. Os conteúdos são semelhantes de um e outro. Coisa simples. E, a bem da verdade, ambos não revolucionam é nada. São até superficiais.

Porém têm peso simbólico, porque exigem o óbvio: o cumprimento, pelos ônibus, de sua capacidade de lotação, um total que soma todos os assentos mais o equivalente a 50% desse número de cadeiras em passageiros em pé. Ou seja, se o ônibus tem 50 assentos, só pode ter, no máximo, 25 pessoas em pé. Caso o limite não seja cumprido, cada um propõe multa. Serafim Neto, de R$ 500 por passageiro excedente ao limite. Jatobá, de R$ 10 mil por veículo flagrado em condição irregular, ao dia.

É pouco? Claro que é pouco. Como escrito linhas acima, é até superficial, porque tratar de superlotação envolve um monte de outras questões. Mas alguém precisa provocar o debate, porque hoje, o Consórcio Grande Recife não prevê esse tipo de multa. Por isso precisamos de alguém que tire o poder público da letargia e da falta de respostas diante do caso de Camila.

 

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Governadores com Renan e Cunha: jogo do poder por um novo pacto

Publicado em 21/05/2015, Às 6:46

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ENCONTRO Foto com Renan e Cunha serve a pressão da dupla contra Dilma. Mas representa aposta na força política do Congresso por mudanças. Foto: Pedro França/Agência Senado

 

Os governadores firmaram posição ao posar para fotos com os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e Câmara Federal, Eduardo Cunha, ambos do PMDB. Para o bem ou para o mal, o Congresso voltou a protagonista. E aí, nesse pragmático mundo político, não importa se a foto de todos juntos serve à disputa de Renan e Cunha com a presidente Dilma Rousseff (PT), desde que haja avanços efetivos para a correção de problemas de longa data.

A história de novo pacto federativo soa cansada, contudo é uma urgência não só de deputados ou juristas. Imagine uma unidade do Programa de Saúde da Família (PSF). Se ela custa a um município R$ 30 mil por mês, apenas R$ 9 mil chegam do governo federal. A conta não fecha. É o mesmo áreas como a educação. Ter um “novo pacto federativo” é rever o excesso de poder do governo federal, que desde 1988 só empurra gastos nos municípios e Estados, sem o dinheiro correspondente.

Após a reunião, o governador Paulo Câmara (PSB) falou da PEC 172, de 2012, do deputado federal Mendonça Filho (DEM), que tão só proibiria o governo federal de repetir essa história de mais obrigações a Estados e municípios sem receitas para bancá-las. Se em três anos não andou, porque andaria agora? A esperança é a força política do Congresso, que por linhas tortas pode surpreender. Sem idealismos. No jogo do poder.

 

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PT vai à Justiça Eleitoral contra programa do PSDB por “jogo de mentiras e falsidades”

Publicado em 20/05/2015, Às 15:42

O Partido dos Trabalhadores (PT) vai ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o programa do PSDB, veiculado na noite desta terça (19) em rede nacional de televisão. O PT já havia feito uma campanha online contra o programa, com a hashtag #PSDBteuPASSADOteCONDENA. Mas nesta quarta (20) divulgou nota informando sobre a decisão de acionar a Justiça.

Confira a íntegra do texto, assinado pelo presidente nacional do PT, Rui Falcão.

 

“PSDB, teu passado te condena!

Eis a melhor resposta ao jogo de mentiras e falsidades veiculado ontem à noite no programa de um partido que, quando governo, escondeu a própria corrupção debaixo do tapete.

O PSDB usa o programa para ocultar seus inúmeros malfeitos e ilicitudes. Não bastassem os escândalos do mensalão mineiro, do bilionário cartel do trensalão do governo de São Paulo, da denunciada propina de R$ 10 milhões para um ex-presidente do partido, os tucanos tentam desviar a atenção de sua mazela mais recente: a do governador que, acusado de receber propina, massacra os professores e aterroriza a população.

De memória curta e alentado prontuário, o candidato derrotado, cuja gestão em Minas Gerais devastou o Estado, invade o vídeo com indignação postiça e pureza inconvincente.

Pior que tudo é o ressurgimento daquele que, após deixar comprarem a sua reeleição, posa agora de campeão da moralidade. Triste papel a que foi relegado!

O PT não vai deixar que eles transformem a calúnia em verdade. Nem vai permitir que eles tentem nos cobrir com a lama de sua própria hipocrisia.

De imediato, estamos representando no TSE contra o programa. E vamos continuar combatendo a campanha suja, odiosa e reacionária dos tucanos e seus sequazes.

Rui Falcão
Presidente Nacional do PT”

 

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Deputado Bispo Ossesio quer obrigar estádios a afixarem placas contra racismo no futebol

Publicado em 20/05/2015, Às 12:30

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SELETIVO Parlamentar não é contra o preconceito em geral. Ele ajudou a inviabilizar criação de Frente LGBT na Assembleia. Foto: Rinaldo Marques/Alepe

 

Para combater o racismo no futebol, o deputado estadual Bispo Ossesio Silva (PRB), evangélico, quer afixar placas nos estádios e campos pernambucanos. O parlamentar, que definiu posição contra a criação da Frente LGBT na Assembleia, apresentou um projeto de lei não contra o preconceito em geral, mas estritamente sobre a questão racial. Ele sugere que os estádios pernambucanos coloquem placas na entrada, na lateral e ao lado do placar, com a frase “Diga não ao racismo”.

A proposta tem o número 203/2015. Caso aprovada, todo estádio e campo de futebol de Pernambuco terá 60 dias para afixar as três placas, sob pena de pagamento de cinco salários mínimos.

Na justificativa sobre o projeto, o deputado argumenta: “A Fifa já tem previsão legal para as questões raciais. Uma pessoa que vai ao futebol e comete um delito deve ser afastada do campo. O futebol é capaz de unir mais de 200 milhões de brasileiro, é o esporte que salva vidas, que desvia crianças do caminho das drogas, que  representa uma oportunidade de um futuro melhor para milhares de famílias  carentes espalhadas pelas cinco regiões do país. Mas, em pleno século XXI, alguns indivíduos ainda insistem em manchar a beleza do esporte com ações discriminatórias. Uma tentativa de propagar o racismo e torná-la uma prática cotidiana nos estádios. Só em 2014, o Brasil assistiu a quatro casos que chocaram os desportistas. Os meias Tingas, do Cruzeiro, e Arouca, do Santos, foram chamados de macaco em jogos pela Libertadores, no Peru, e em Mogi das Cruzes (SP), pelo Paulistão. O árbitro gaúcho Márcio Chagas da Silva encontrou bananas colocadas em cima do seu carro por torcedores que não gostaram da sua arbitragem no Estadual do Rio Grande do Sul.”

O texto segue: “O zagueiro Paulão, do internacional, que ouviu insultos racistas de um torcedor gremista na Arena Grêmio em Porto Alegre. Antes desses episódios, o Brasil só estava acostumado a lidar com casos de racismo no futebol fora de casa, com
jogadores brasileiros atuando na Europa ou em campeonatos sul americanos. Mas desde que o problema ficou evidente também nos gramados nacionais, passou-se a discutir conscientização para combatê-lo. Por ser grande importância para o povo pernambucano, este projeto tem por finalidade, conscientizar sobre a gravidade do racismo entre os torcedores, jogadores e pessoas do meio esportivo e de estímulo à cultura de paz e de tolerância dentro do futebol.”

 

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Quando o aperto chega ao governo, vale o instinto político de preservação

Publicado em 20/05/2015, Às 11:22

Ilustração mercado em queda

CRISE Na hora da decisão do aperto, membros do primeiro escalão do governo sugerem cortes em outras áreas. Foto: Marcos Santos/USP Imagens

 

Governar com gordura é fácil. Depois da festa é que vem a hora de cortar excessos. Aí a amizade fica difícil. Começa a história de “o orçamento do vizinho é maior que o meu”. Às vésperas de anunciar bilhões em cortes, incluindo obras do PAC, a presidente Dilma Rousseff (PT) tem 38 ministros (e seus partidos) empurrando uns aos outros para a lâmina do austero 39º ministro, Joaquim Levy, da Fazenda.

O instinto de autopreservação faz colegas de um mesmo governo pedirem antes de tudo: “Corta no outro”. Olhe a gestão Paulo Câmara (PSB). No início do ano, ele fixou a meta de economizar R$ 320 milhões em 2015, mas já pode elevar isso para R$ 600 milhões. Para evitar um secretário sendo fiscal do outro, o núcleo de governo pactua metas de cada área em separado. Ainda assim, certo fogo-amigo ocorre.

Uma secretaria insinua que outra gastou mais que o previsto, em especial se a área em questão tiver partidos da base, como Transportes, com Sebastião Oliveira (PR), ou Cidades, de André de Paula (PSD). No núcleo de Paulo, contudo, a informação é que ninguém gastou mais que o acertado para o custeio e que quanto aos investimentos há peculiaridades. Transportes, por exemplo, tem dinheiro do Furp, fundo 80% usado só em obras do DER.

É o desconforto político do aperto. Imagine a pressão sobre Dilma, em meio a partidos que já apertam o governo o tempo todo. Talvez seja coincidência, o primeiro corte tratado em público foi não no PT ou PMDB, mas na pasta das Cidades, de Gilberto Kassab (PSD).

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Se PSDB tem panelaço, PT responde com tuitaço

Publicado em 20/05/2015, Às 6:30

PT conta da corrupção do PSDB

REAÇÃO Partido dos Trabalhadores apresenta o que diz ser a fatura dos desvios tucanos. Imagem: Reprodução da conta oficial do PT no Facebook

 

Antes, durante e depois do programa partidário do PSDB, o PT acionou sua militância online. Se os tucanos têm o panelaço, os petistas vêm de tuitaço. O da vez teve a hashtag #PSDBteuPASSADOteCONDENA.

No perfil oficial, o PT atacou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que no vídeo do PSDB fez duras críticas ao ex-presidente Lula, e postou várias imagens e ataques em sequência, como você pode conferir no perfil oficial do partido no Facebook, clicando aqui.

Entre os ataques, um pequeno texto postado pelo perfil oficial do PT diz:

“MEMÓRIA FRESCA

Que tal relembrar o que o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa disseram, em delação premiada, sobre o PSDB?

Costa revela detalhes do pagamento de propina no valor de 10 milhões de reais ao então presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), já falecido, para impedir uma CPI no Congresso com recursos desviados da‪#‎Petrobras‬.

E Youssef fala sobre a ‪#‎ListaDeFurnas‬, documento que relaciona o pagamento pela estatal de quase R$ 40 milhões em propinas para os então candidatos do PSDB Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin, nas eleições de 2002.”

 

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Em programa tucano, Fernando Henrique afirma: desvios começaram no governo Lula

Publicado em 19/05/2015, Às 16:00

A propaganda partidária do PSDB, que vai ao ar na TV na noite desta terça (19), acaba de ser disponibilizado na íntegra pela sigla no Youtube. O programa, com o mote “Oposição a favor do Brasil”, já na abertura traz imagens alusiva aos panelaços, tem no ex-presidente Fernando Henrique Cardoso o protagonista tucano. Depois de ser escondido nas últimas campanhas presidenciais, FHC de pronto já aparece no programa partidário atacando o ex-presidente Lula (PT).

“A primeira coisa para reerguer o Brasil é passar a limpo os erros que nos trouxeram até aqui. A raiz da crise atual foi plantada bem antes da atual presidente. Os enganos e desvios começaram já no governo… Lula”, enfatiza Fernando Henrique.

“O que a realidade está mostrando é que nunca antes neste País se errou tanto, nem se roubou tanto em nome de uma causa. Mas dessa vez o desarranjo foi longe demais. A crise já atinge o bolso e a alma das pessoas. Não só a Petrobras foi roubada, o País foi iludido com sonhos de grandeza enquanto a roubalheira corria solta. O que já se sabe sobre o petrolão é grave o suficiente para que a socidade condene todos aqueles que promoveram tamanho escândalo, tamanha vergonha”, afirma Fernando Henrique.

O vídeo elenca o que o partido considera as mentiras da presidente Dilma Rousseff (PT) – entre elas a redução artificial na conta de luz, que virou o atual pipoco da fatura da energia, o ajuste fiscal com arrocho na área trabalhista e a inflação. Também aparecem no vídeo os senadores tucanos Aécio Neves, presidente do partido, e Cássio Cunha Lima.

 

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Após virar teleférico em Bonito, Eduardo Campos pode ser o nome de contorno rodoviário em Sertânia

Publicado em 19/05/2015, Às 14:58

Eduardo Campos

MEMÓRIA Para homenagear o ex-governador um vereador do Recife sugeriu seu nome para batizar até o Hospital da Mulher. Foto: Acervo JC Imagem

 

O ex-governador Eduardo Campos (PSB) pode ganhar mais uma homenagem em forma de obra pública, desta vez antes mesmo que o investimento seja realizado. Tramita na Assembleia Legislativa projeto do deputado estadual Ângelo Ferreira (PSB) para batizar o futuro contorno rodoviário de Sertânia, no interior de Pernambuco, de  “Anel Rodoviário Governador Eduardo Campos”.

É mais uma entre dezenas de iniciativas. Eduardo Campos, que faleceu ano passado, já virou nome de escolas, praças, rodovias e, semana passada, batizou até mesmo o nome de um teleférico no município pernambucano de Bonito. Sem esquecer da polêmica no Recife, quando o líder do governo Geraldo Julio (PSB) na Câmara de Vereadores, Gilberto Alves (PTN), queria batizar com o nome de Eduardo até o Hospital da Mulher. Com a polêmica, o vereador desistiu da ideia.

Você pode lembrar dos casos clicando nos links abaixo.

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Sem comando há mais de um mês, Arpe fica sem coordenador de energia elétrica

Publicado em 19/05/2015, Às 10:58

Roldão

FRITURA Ex-presidente do órgão saiu no último dia 2 de abril. Foto: Acervo JC Imagem

 

Sem comando desde o último dia 2 de abril, a Arpe perde agora o coordenador de saneamento e resíduos sólidos, Arthur Pereira, que era cedido e volta à Caixa Econômica. Ele fiscalizava a PPP da Compesa. Seu retorno ao órgão de origem foi publicado no Diário Oficial do sábado (16), publicado online apenas nesta segunda (18).

O presidente do órgão era Roldão Joaquim (PDT), que saiu sob fritura. Ainda assim, a gestão Paulo Câmara (PSB) sinalizou e o presidente do PDT-PE, Wolney Queiroz, indicou um novo nome, o de Wellington Batista. Ainda sem resposta.

 

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DA ARENA AO IMIP, TODOS OS CAMINHOS LEVAM À ARPE

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Reintegração de posse na Comunidade Olga Benário
Foto: Guga Matos/JC Imagem

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