Jornal do Commercio
foto Letícia LinsUm olhar com opinião sobre o Grande Recife
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Academias gratuitas da Prefeitura são questionadas por especialistas

Publicado em 03/05/2015, Às 9:00

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Academias públicas são questionadas por especialista em Saúde Pública e Coletiva.

Nada como um domingo de sol. Seja para aproveitar a praia, os parques ou mesmo andar nas ruas sem aquele barulho infernal do trânsito congestionado de meio de semana.E andar, todo mundo sabe, é bom. Dia de se pensar, também, em exercícios físicos, musculação. Quem não faz, está bom de começar. Mesmo que não tenha dinheiro. Porque a oferta de serviços gratuitos nesse sentido é muito grande. São 41 academias “da cidade”, espalhadas pela capital,  frequentadas por nada menos de 251 mil usuários. Todos cadastrados. São geridas pela Secretaria de Saúde do município. Na outra ponta, com equipamentos de musculação, bem mais sofisticadas, estão as academias “Recife”. Elas somam doze, espalhadas em igual número de bairros, mas curiosamente são administradas pela Secretaria de Turismo e Lazer da Prefeitura. E contam com 37.757 pessoas inscritas. Ambas prestam um bom serviço à população, até porque o preço é bem salgado na maioria das academias privadas. Para o professor Flávio Guarda, doutor em saúde pública, a sobreposição de ações é “desnecessária”. Ele acha que o investimento utilizado na implantação das segundas, teria sido melhor usado para equipar as primeiras.

As academias “da cidade” começaram a ser implantadas pelo hoje Senador Humberto Costa (PT-PE), quando ele foi Secretário de Saúde da Prefeitura. O programa deu tão certo, que depois foi levado por ele ao plano nacional, quando Ministro da Saúde. Virou o Programa Academia da Saúde. Professor de educação física e saúde coletiva, com doutorado em Saúde Pública na Fiocruz,  Flávio Guarda ouviu profissionais do setor que atuam no Programa Academia da Saúde. Percorreu cinco municípios da região metropolitana e chegou à conclusão que o material usado nas aulas é precário, e que há dificuldade em articular ações conjuntas com as unidades básicas de saúde. Também enumera a tímida participação de seus coordenadores nas ações, assim como a ausência de protocolos que direcionem melhor o desenvolvimento das atividades. O estudo foi  concluído em 2014, e não contempla os serviços das academias administradas pela Secretaria de Turismo e Lazer da Prefeitura. Só as ligadas à Secretaria de Saúde municipal.

Na tese, ele mostra que 78,9 por cento são graduados há mais de cinco anos. E que 90 por cento não tiveram disciplina em saúde pública e coletiva. E 85 por cento nem sequer chegaram a estagiar nessas duas áreas, durante a graduação. ” As academias da saúde são relativamente novas, e é preciso que se prepare todo um corpo de profissionais para a atividade”, disse. O especialista também constatou que as ações educativas só representam cinco por cento do total de atividades desenvolvidas pelos profissionais das academias.

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Problemas na Avenida Cruz Cabugá não se limitam à desordem urbana

Publicado em 02/05/2015, Às 9:30

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Além da desordem urbana, Cruz Cabugá enfrenta o problema da insegurança.

O objetivo da coluna é, e sempre foi, prestar serviços à comunidade, funcionando como porta-voz da população. Aos finais de semana, no entanto, a colunista costuma dar prioridade a temas mais amenos, como opções gratuitas de lazer, ou trabalhos bonitos que são feitos na cidade. Mas são tantas as demandas que chegam à redação, que esquecê-las fica parecendo omissão. A última delas se refere à Avenida Cruz Cabugá, cujo caos foi abordado na edição do Jornal do Commercio da última terça-feira. Quando se pensa que o assunto foi esgotado, os leitores pedem ao JC nas ruas para voltar ao tema. Só que dessa vez solicitam que seja denunciada a falta de segurança na própria via e no seu entorno.

De acordo com trabalhadores de empresas da localidade, há todo tipo de arma sendo usado por assaltantes: de fogo, facas e até espetos de churrasco. Eles andam a pé, de bicicleta, de moto. Agem sós, ou em duplas. Não se intimidam nem mesmo nas paradas de ônibus, em horários em que estão superlotadas. Há alguns dias, um desses desocupados estava sentando na escadaria da Fiepe. Foi só uma moça passar, para ficar sem a bolsa e o celular. Depois do assalto, ele saiu andando, normalmente, como se não houvesse polícia nem nada de errado tivesse ocorrido.   Assaltos, aliás, vêm crescendo de forma assustadora no estado. Dados da própria Secretaria de Defesa Social mostram que em 2014, eles foram mais 10 mil 673 do que em 2013 em Pernambuco. E que no primeiro trimestre desse ano,  já são 24 por cento mais numerosos do que em em igual período do ano passado. Portanto, pelo que se vê, o problema da insegurança não está restrito à Cruz Cabugá, que fica no bairro de Santo Amaro, e que é conhecido pelo seu histórico de violência.

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Parque da Macaxeira ainda não está totalmente concluído

Publicado em 29/04/2015, Às 19:50

Inaugurado às pressoas à véspera do início da campanha presidencial do então governador Eduardo Campos (PSB), o maior parque da cidade, o da Macaxeira, já consumiu R$5,59 milhões do investimento pretendido de R$6,07 milhões. Mas ainda não conta com dois equipamentos públicos previstos no projeto: biblioteca multimídia e uma unidade do Expresso Cidadão. Com dez hectares e com concepção diferente dos demais – possui até escola técnica en sua área – ele deveria funcionar não só como centro de lazer, mas também como local de prestação de vários tipos de serviço.

O contrato firmado com o Estado previa conclusão completa da obra em março de 2014. “Foi investimento alto, quase todo  pago, e nem a metade dos dois equipamentos prometidos foi concluída”, acusa a deputada Priscila Krause (DEM), que esteve no local. Ela solicitou audiência ao Secretário das Cidades, André de Paula, a fim de pedir informações sobre o assunto. Mas teve dificuldade para descobrir qual a pasta responsável pela conclusão das obras. A coluna pediu informação ao Estado. E depois de longa espera, soube que a tarefa depende de duas secretarias estaduais:   a das Cidades e a de Habitação.

Segundo a Secretaria de Imprensa, a conclusão  da obra no complexo depende da Secretaria de Habitação. E a finalização dos demais equipamentos – como os dois já citados – está a cargo da Secretaria de Cidades. Talvez seja não só o crônico problema de verbas, mas também esse excesso de burocracia que esteja atrapalhando a implantação completa do empreendimento, que mudou a fisionomia do bairro.

O parque da Macaxeira é o único da capital que possui uma escola, o que confere a ele um dinamismo maior do que os demais. Ela já está funcionando normalmente, mas os demais equipamentos ainda não têm previsão de conclusão. Frequentadores reclamam da falta de arborização, de falhas na drenagem e também de insuficiência na segurança.

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Volta lenta para casa na Zona Norte devido a reparo da Compesa

Publicado em 29/04/2015, Às 17:53

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Quem morar na Zona Norte – em bairros como Parnamirim e Casa Amarela – terá que ter muita paciência para chegar em casa, porque há engarrafamento quilométrico na Estrada do Arraial,  prolongando-se até a Avenida Rosa e Silva, e estendendo as consequências a outras vias, como a Avenida Norte. Tudo por conta de um conserto que a Compesa está realizando, em esgoto estourado na calçada do Hospital Agamenon Magalhães. Os vazamentos estavam se espalhando pelo Arraial e também pela Rua Desembargador Góis Cavalcanti, conforme a coluna JC nas ruas havia denunciado na quarta-feira. Máquinas na pista, caminhões e outras viaturas deixaram a Estrada do Arraial apenas com uma faixa livre, enquanto uma equipe da Compesa tentava desobstruir o esgoto. Uma grande buraco havia sido aberto no asfalto e no final da tarde  o serviço não havia sido concluído.

 

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Lixão a céu aberto na Rua do Peixoto, bairro de São José, confirmada pela Emlurb

Publicado em 29/04/2015, Às 9:00

Na Rua do Peixoto, há um lixão a céu aberto, e despejo é confirmado pela Emlurb

Na Rua do Peixoto, há um lixão a céu aberto, e despejo é confirmado pela Emlurb

Qualquer cidadão que passe pela Rua do Peixoto, no bairro de São José, toma um susto. É sujeira para todo lado. A via, quase no coração da cidade, transformou-se em um imenso lixão a céu aberto, segundo constatou este JC nas ruas. Como se não bastasse a  fixação de uma “casa” (construída com lixo), ocupando toda a calçada na em local bem próximo,  a cena que se vê é deprimente. Uma agressão ao cidadão que transita pelo local, ao meio ambiente, e à saúde do povo da capital.

De acordo com funcionários de empresas situadas nas artérias próximas, o “lixão” urbano provoca proliferação de ratos, baratas e escorpiões. O pior, dizem, é que todos os detritos são ali despejados por caminhões da Emlurb, empresa encarregada da limpeza urbana. A foto não deixa mentir. A coluna procurou a Emlurb, que explicou o motivo de tão chocante cena.

“A Emlurb informa que a Rua do Peixoto funciona como cooperativa de catadores, apoiada pela Prefeitura do Recife. Diariamente, os caminhões de coleta seletiva descarregam o material frente à cooperativa, onde catadores cadastrados realizam a triagem. Em seguida, o material que não serve para reciclagem é recolhido pelo caminhão da coleta domiciliar, e é varrido”, justifica a empresa. Agora se pergunta: custava nada orientar os catadores, para um trabalho mais civilizado e menos poluente? Será que para se reciclar, tem que se sujar, poluir tanto? Tem sentido se desenvolver um trabalho desse sem nenhuma medida educativa? Pelo que se observa, parece que não houve nenhuma providência desse tipo. Melhor mesmo é reconhecer a falha, e tentar consertá-la. Porque, sinceramente, justificar esse tipo de “limpeza suja” não dá.

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Contra a sujeira e a desordem urbana

Publicado em 29/04/2015, Às 8:00

 

Dona Creuse mora em um "iglu" feito de lixo, em uma calçada na Rua do Muniz, bairro de São José/ Foto de Alexandre Gondim/JC Imagem

Dona Creusa mora em um “iglu” feito de lixo, em uma calçada na Rua do Muniz, bairro de São José/ Foto de Alexandre Gondim/JC Imagem

A desordem urbana retratada na Cruz Cabugá pela repórter Margarette Andrea, na edição de terça-feira do Jornal do Commercio, não é privilégio daquela avenida, um dos principais corredores da capital. E não é preciso nem ser especialista: basta andar pelas ruas do centro ou de bairros vizinhos, para se observar como o Recife seria uma cidade muito melhor, se o poder público não se omitisse tanto. Temos vias esburacadas, calçadas ocupadas ou danificadas, fios caindo ao lado do asfalto, comércio ambulante desordenado, poluição visual e sonora. Na Redação, chovem correspondências de leitores, recheadas de indignação. A última delas refere-se a uma moradora de rua que construiu uma casa que parece um iglu, na calçada da Rua do Muniz, no bairro de São José. Só que o “iglu” em questão foi feito com lixo, uma verdadeira montanha de detritos, no interior do qual ela penetra rastejando, como uma serpente. Dona Creusa foi procurada pela colunista. Arredia, não quais falar. Até fez ameaça, com um pedaço de pau. Segundo as pessoas que ali trabalham, ela não é uma “sem teto”, mas sim uma “sem juízo”. Possui casa, família, mas rejeita qualquer aproximação com parentes ou estranhos. E vive entre o total abandono e a solidão, na companhia de três cachorros, dez gatos e um monte de ratos.

Guarda a “casa” com unhas e dentes. Não aceita ajuda, xinga quem chega perto dela e encara todos como “enviados do Satanás”.  Dia desses, devolveu jogando na camisa de quem a ofertou, uma xícara de café quente. Ela já foi retirada do local uma vez, mas retornou. Fez os “alicerces” do seu iglu de lixo com cabos de vassoura, e da calçada a sua moradia. Dona Creusa não deveria estar nas ruas. Em um outro país, talvez já tivesse sido recolhida e submetida a tratamento psiquiátrico. Ela grita palavrões e coisas sem sentido para quem tenta falar com ela. Pessoas que trabalham na mesma rua, dizem que quanto chove, a “casa” de Dona Creusa funciona como um emissor de roedores. “É um ninho de rato. Todo mundo bota remédio nas empresas, mas não tem veneno que dê vencimento”, reclama Osório Barbosa da Silva, que trabalha em uma metalúrgica na Rua do Muniz. Na via, as calçadas ficam com homens e mulheres sem teto à noite. Eles espalham papelões para dormir ao relento. “É mais seguro do que colchão. Se alguém atear fogo, a gente sente  o cheiro do papel queimado, e acorda logo,  o que não acontece com colchão”, diz o biscateiro Samuel José da Conceição, 26, analfabeto, ex morador da Favela do Papelão (que foi destruída por um incêndio). Ele está na rua desde 2011.

 

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Falta saneamento básico na região metropolitana

Publicado em 28/04/2015, Às 8:30

 

Só trinta por cento da população da região metropolitana têm esgotamento sanitário/Foto  Hélia Scheppa/ Acervo JC Imagem

Só trinta por cento da população da região metropolitana têm esgotamento sanitário/Foto Hélia Scheppa/ Acervo JC Imagem

Só 30 por cento da população da região metropolitana, incluindo a capital, têm saneamento básico. Mas  de acordo com a Compesa, o problema do esgotamento sanitário estará resolvido ao longo dos próximos doze anos,  conforme prevê acordo decorrente de parceria público privada, firmada entre a empresa e a Odebrecht Ambiental, em julho de 2013. Por enquanto, continua a chover reclamações de canos vazando e esgotos estourados na Redação do Jornal do Commercio, e eles vêm, em maior parte, de cinco municípios da RM: Recife,  Olinda, Jaboatão dos Guararapes, São Lourenço da Mata e Paulista, de acordo com demanda registrada no ComuniQ, aplicativo do Sistema Jornal do Commercio. O contrato com a Odebrecht foi de R$4,5 bilhões e deverá beneficiar a 3,7 milhões de pessoas. O que se espera é que esses prazos sejam cumpridos. Afinal, não se pode conceber que, em pleno século XXI, a metrópole ainda enfrente problemas do Brasil colônia, como a falta de um serviço tão básico para a saúde da população. Esgotos a céu aberto são observados não só em morros e alagados, como também em bairros sofisticados como o de Boa Viagem, na zona sul da capital. Sobre vazamentos, a Compesa informa que está investindo R$400 milhões na substituição de tubulações das redes de abastecimento. Cerca de 600 mil metros de tubulações já teriam sido trocados, e mais 500 mil estão sendo substituídos.

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Haja reclamações contra vazamentos e esgotos estourados

Publicado em 28/04/2015, Às 8:00

Raimundo Edson Campos/ Cortesia

Água de esgoto não é observada só em moros e alagados, mas também em bairros nobres.

 

Há menos de duas semanas, na coluna JC nas ruas, do Jornal do Commercio, abordamos a questão da falta ou desperdício de água na região metropolitana. Agora, infelizmente, estamos retomando o assunto. Isso porque continuam chegando à redação, pedidos de reparos ou queixas sobre vazamentos no Grande Recife. Sejam de canos furados jorrando água limpa, ou então de esgotos estourados. Eles são enviados ao ComuniQ, aplicativo colaborativo desenvolvido pelo Sistema JC, ou então para a própria colunista. Para se ter uma idéia desse tipo de cobrança, só nos últimos quinze dias, o ComuniQ recebeu nada menos de 160 reclamações nesse sentido, a terceira maior demanda do aplicativo. Água e esgoto respondem por dez por cento de todas as reclamações enviadas ao JC, no período observado. No geral, as queixas englobam assuntos de todo tipo, decorrentes da omissão do poder público ou da atuação inadequada de prestadores de serviços: buracos, fios caídos, falta de segurança, iluminação pública,  lixo nas ruas, entre outras reclamações enviadas pelos leitores.  Esgoto, no entanto, é um problema que não tem data para terminar. Porque a previsão é que a universalização desse tipo de serviço demande mais de uma década.

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Relatos também selvagens

Publicado em 23/04/2015, Às 17:10

E´cada dia mais comum a invasão de veículos em calçadas, seja no centro, na zona norte ou na zona sul.

E´cada dia mais comum a invasão de veículos em calçadas, seja no centro, na zona norte ou sul.

 

 

Vejam só a que ponto chegaram as coisas e a cultura da apropriação indébita. A colunista estva na avenida, na praia de Boa Viagem, quando um idoso teve o cordão de ouro arrancado do pescoço por um marginal que parou a moto junto ao meio fio, fugindo logo em seguida. No mesmo momento, três PMs, também motorizados, passvam no local. Um ambulante deu indicações da rota de fuga do ladrão. Mas começou logo a ser xingado:”caboeta”, “tenha vergonha, denunciando a galera”, gritavam populares. Pouco depois, um banhista se defronta com uma moto vermelha no calçadão. Reclama do infrator. Mas ele fica fazendo círculos, em volta do pedestre, em clima de coação. E ainda ironiza: você é a CTTU para me multar? Multa agora”. A moto não era cinquentinha, mas mesmo assim, não tinha placa. Na ciclovia, um ambulante esbarra sua carroça em uma bike, pilotada por uma moça. Um cidadão que passa, pede que ele preste atenção. A reação foi imediata:”ela não tem olho não, é”? Essas cenas, todas reais, lembram aquelas do filme “Relatos Selvagens”, no qual problemas corriqueiros, como os do trânsito, terminam gerando reações que beiram a barbárie.

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Leitor reclama da falta de cuidado com o verde em parques e edifícios

Publicado em 23/04/2015, Às 10:00

Mata é destruída em Olinda pelo poder público.

Mata é destruída em Olinda pelo poder público.

É impressionante como os parques mexem com a vida da cidade.Vejam só o que diz o leitor Armando Tomasi, sobre os problemas dos parques recifenses, alguns dos quais padecem da falta de arborização, como é o caso do da Macaxeira, segundo mostrou a coluna JC nas ruas, na edição da quarta-feira. “Essa crítica devia ser mais constante, com relação ao verde. Tomamos conhecimento, recentemente, de um desmatamento inexplicável para abertura de uma avenida, em Olinda, com derrubada de quinze hectares de mata atlântica. O MPPE embargou a obra, antes da derrubada de dois baobás, Porém chegou tarde. A maior parte da mata está no chão”, diz ele, em e-mail enviado à coluna.

E afirma que o que ocorreu naquela cidade, foi um “absurdo”. Explica o porquê: “pois o governo é quem financia esse tipo de crime ambiental. Os exemplos maus não bastam para esses senhores. Será que não havia terra naquela região, para que fosse desviado o projeto avenida, para salvar a mata? A mesma coisa acontece nas construções prediais da cidade, pois todas as áreas dos terrenos onde serão erguidos os espigões são simplesmente destruídas. Precisamos falar a esses indivíduos do calor, da falta de chuva, da desertificação do país, crime ambiental, prejuízo à natureza, fauna, flora”.

Depois indaga:” Será que eles não estão vendo o que acontece no mundo com o clima? A seca de São Paulo, a nossa seca tão conhecida? São insensíveis, ou simplesmente criminosos mesmo”, desbafa. Com a palavra, as autoridades de Pernambuco e de Olinda.

 

 

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Fotos do dia

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Justin Tallis/AFP

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Fãs da realeza britânica celebram anúncio do nascimento da filha de Kate e WilliamFuncionários do Palácio de Buckingham colocam anúncio do nascimento.Concentração da imprensa e de fãs da realeza em frente ao St. Mary's HospitalAdmiradores da realeza em frente à ala do St. Mary's Hospital onde Kate deu à luz uma meninaWilliam e Kate, em foto recente. A princesa, filha mais nova do casa, ainda não tem nome

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