Jornal do Commercio
foto Roberta SoaresUm novo olhar sobre o trânsito em Pernambuco
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Empresa que vai construir viadutos da Agamenon Magalhães está envolvida no caso do bicheiro Cachoeira

Publicado em 11/05/2012, Às 15:23

A empresa JM Terraplanagem e Construções, que compõe o Consórcio JM-Cidade, vencedor da licitação para construção dos polêmicos viadutos da Avenida Agamenon Magalhães, área central do Recife, está sendo citada nas investigações sobre o esquema de corrupção comandado pelo bicheiro Carlos Augusto Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira, envolvendo parlamentares, autoridades, empresas públicas e privadas. A informação é de que o contraventor, na relação com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), manteve contatos diretos com a JM Terraplanagem, conhecida por construir rodovias em áreas isoladas da Região Norte do Brasil. A relação foi tema de reportagem do jornal Correio Brasiliense publicada no dia 29/4 e reproduzida no site no dia 30/4. (veja a reportagem abaixo).

Segundo a matéria, embasada pela investigação da Polícia Federal, a JM Terraplanagem e Construções, empresa com sede no Distrito Federal, teria obtido contratos milionários do Dnit, apesar de o Tribunal de Contas da União (TCU) ter apontado superfaturamento em obras rodoviárias no Acre. A JM  teria continuado sendo beneficiada pelo órgão. Os 10 contratos somam R$ 220,5 milhões.  Na quinta-feira passada, o governo do Estado divulgou que a empresa, juntamente com a Construtora Cidade, de Porto Alegre, serão responsáveis por erguer os quatro viadutos que têm gerado polêmica na cidade. As duas empresas venceram a concorrência pública por apresentar o menor valor – R$ 87 milhões. Os viadutos serão construídos para viabilizar um dos principais eixos do Corredor Norte-Sul na Avenida Agamenon Magalhães, uma via expressa que ligará os extremos da RMR com ônibus de BRT (Bus Rapid Transit), estações fechadas, com ar-condicionado, embarque em nível e pagamento antecipado das tarifas. Com a palavra o governo de Pernambuco.

Na foto, o bicheiro Carlinhos Cachoeira

 

Veja a matéria do Correio Brasiliense na íntegra:

O Cerco de Cahoeira ao Dnit

De olho nas licitações milionárias, bicheiro tentou emplacar superintendentes e espionou a cúpula do órgão

Por Vinicius Sassine

O bicheiro Carlinhos Cachoeira se aproximou de empreiteiras estratégicas para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e beneficiárias de repasses milionários do órgão. Além das negociatas para favorecer a Delta Construções, a empreiteira com a maior fatia do dinheiro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o contraventor manteve contatos com representantes da Data Traffic, responsável por obras de fiscalização eletrônica em rodovias, e da JM Terraplanagem e Construções, que constrói rodovias em áreas isoladas da Região Norte. O Dnit, para Cachoeira, passou a ser um órgão estratégico: o bicheiro tentou emplacar superintendentes e usou a espionagem de seu grupo criminoso para vasculhar a vida do diretor-geral do órgão, Jorge Fraxe, nomeado pela presidente Dilma Rousseff durante a faxina no Ministério dos Transportes, em setembro do ano passado.

A Polícia Federal incluiu Paulo Roberto Vilela, descrito na planilha como “diretor de Engenharia da Data Traffic”, na lista de pessoas ligadas a Cachoeira. A Data Traffic é uma empresa goiana especializada em fiscalização eletrônica de rodovias por meio de radares. Paulo Roberto foi presidente da empresa e, hoje, atua numa construtora em Brasília. Até agosto de 2011, atos oficiais traziam o engenheiro como diretor presidente. Durante a gestão de Paulo Roberto, a empresa obteve nove contratos com o Dnit, que totalizam R$ 228,8 milhões. Quatro foram concluídos e cinco estão em vigor, referentes a instalação de equipamentos eletrônicos para monitoramento de velocidade em rodovias de Goiás, Pernambuco e Paraíba. Numa conversa telefônica gravada pela PF em julho de 2011, que está entre o material que será enviado pelo Supremo Tribunal Federal à CPI do Cachoeira, o bicheiro e o então diretor da Delta no Centro-Oeste, Cláudio Abreu, falam sobre a Data Traffic e sobre contratos de inspeção veicular.

A JM Terraplanagem e Construções, empresa com sede no DF, também obteve contratos milionários do Dnit. Mesmo com os apontamentos de superfaturamento em obras rodoviárias no Acre, feitos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), a JM continuou a ser beneficiada pelo órgão vinculado ao Ministério dos Transportes. Os 10 contratos somam R$ 220,5 milhões. O último, no valor de R$ 54,6 milhões, é uma dispensa de licitação para a construção de estradas que integrariam duas aldeias indígenas à BR-163, no Pará. Foi a maior dispensa de concorrência já feita na gestão do general do Exército Jorge Fraxe. Depois de o Correio revelar o caso, em 1º de abril, Fraxe comunicou a suspensão do contrato e dos pagamentos e a realização de uma nova licitação.

Inspeção veicular

Os diálogos telefônicos interceptados na Operação Monte Carlo trazem uma provável referência à empreiteira. Cachoeira conversa com o ex-vereador Wladmir Garcez, também denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por integrar o alto escalão da organização criminosa, num diálogo gravado em junho de 2011. Wladmir menciona o “Júlio da JM” ao bicheiro, “aquele cara que viajou com nós (sic) pra Cuiabá”, conforme a transcrição. Em entrevista ao Correio, o diretor comercial da JM Terraplanagem, Júlio César de Ávila Oliveira, disse nunca ter visto ou conversado com Cachoeira. Mas admitiu que “batia papo” com Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta que hoje está preso por envolvimento no grupo criminoso. A JM Terraplanagem participa de um consórcio com a Delta Construções, no valor de R$ 223 milhões, para duplicar 50km da BR-060 em Goiás. “Conversava quando ele era diretor da Delta.”

A empreiteira foi apontada como ligada a Cachoeira a partir da revelação de um grampo telefônico em que o bicheiro cobra de Cláudio Abreu a devolução de R$ 500 mil. Cachoeira faz referência ao ex-senador Eduardo Siqueira Campos
(PSDB), que exerce o cargo de secretário de Relações Institucionais no governo de Tocantins. O pai de Eduardo, Siqueira Campos (PSDB), é o governador de Tocantins. “Computa procê aqueles 500 lá, viu? Não quero nem ver aquele Eduardo”, diz Cachoeira. Cláudio defende o filho do governador. “Eduardo também é bom. Ele mandou dar pra nós a inspeção veicular.” Na entrevista à imprensa de Tocantins, em que explicou a existência dos R$ 500 mil, Eduardo disse se tratar da doação feita pela JM Terraplanagem ao comitê financeiro do PSDB no estado nas eleições de 2010. A empreiteira doou
R$ 500 mil ao comitê.

O diretor comercial da JM diz ter feito a doação ao comitê do PSDB porque a empresa pretendia estabelecer uma parceria público-privada com o governador eleito de Tocantins. Júlio César afirma que não sabia das ligações de Cláudio Abreu com Cachoeira. O ex-diretor da Data Traffic Paulo Roberto Vilela também admitiu ao Correio, por e-mail, conhecer o ex-executivo da Delta. “Já falei com ele algumas vezes. Empresários conversam sobre expectativas de negócios, porém nenhum negócio foi concretizado com a Data Traffic.” A empresa goiana fez duas doações de campanha em 2010, conforme os registros oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): R$ 27,1 mil à senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) e R$ 90 mil ao deputado Federal Thiago Peixoto (PSD-GO).

Interceptações
Conversas telefônicas gravadas pela PF mostram interesse de Cachoeira  em saber detalhes sobre o novo diretor-geral do Dnit, que assumiu o cargo em setembro de 2011:

5 de agosto de 2011
» Cachoeira: O novo presidente do Dnit, Dadá. É o general Jorge Ernesto Pinto Fraxe.
» Dadá: Tá, eu vou vê. É com certeza da reserva. Vou tentar aqui descobrir quem é esse cara. Qual é a linha dele.
» Cachoeira: Depois cê me fala.

8 de agosto de 2011
» Evaldo: Ô, professor.
» Dadá: Professor, como é o nome desse general aí do Dnit?
» Evaldo: Jorge Ernesto Pinto Fraxe.
» Dadá: Ele é general de divisão, é?
» Evaldo: Pois é, outro menino lá é amigo dele, entendeu? Aí você vê.

 

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Postado por Roberta Soares

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Comentários

André Anjos

Estou querendo saber o que é perfeito aqui no Brasil, com tantos escândalos que surgem a todo momento.

Felipe

Cuidado governador, se pegar essa empresa e ficar com o seu nome sujo também. Quem avisa amigo é kkkkk

Luis Oliveira

Ta explicado o porquê de tanta insistencia do governo nessa obra. Licitacao de cartas marcadas. Tutti ladri!

FERNANDO VIRIL

ÊITA !! QUE AZAR DANADO!! FOI UMA EXCELENTE CONTRATAÇÃO???KKKK VAMOS AGUARDAR O RESENRÔLO(PORTUGUES DE CHAYENE)!!! PELO AMOR DE DEUS DESISTAM POIS TUDO QUE COMEÇA ERRADO VAI PARA O CATIFUNDO(PORTUGUES DE CHAYENE)!!kkkkKKK

tito

Dudú que “rabo de foguete” hein?! kkkkkkkkkkk Pula fora dessa se não tu se queima!!

FERNANDO VIRIL

VOCES TÃO MUITO LENTO FAZ MAIS DE 01 HORA E NÃO PUBLICAM, CUIDADO COM CACHOEIRA!!KKKK

Paulo lêdo

Esse Dudu deve tá enchendo o bolso !!!!!!!

PAULO PEREIRA

Vcs ficam aqui com essa picuinha, mais ninguém tem a coragem de comentar que o Prefeito João Costa leva por trás 700.000 mil reais do caixa dois do lixo no Recife. Quem viver verá.

Carlos Lopes

Isso nada mais e do que caixa 2 para o partido PT.

É só cavar que a minhoca sai!

Basta uma pesquisa mais aprofundada que Dudu vem abaixo. A omissão da imprensa está cevando o fanfarrão!

Ademir Rodrigues

Minha gente, pelo amor de Deus ! Em todo governo tem isso ! Jarbas super faturou a BR 232 dizendo que era obra para 300 anos e todo sabe o que aconteceu com essa estrada ! Todo mundo tem envolvimento com alguma coisa nesse país ! Paulo Maluf está aí vivinho da silva, dando exemplo de como administrar e roubar !

Fabio

Realmente, a obra nem começou ainda. Nao adiantou meio mundo de gente tentar parar a obra, devido a estudo de impacto e etc. E agora vemos uma noticia dessa. De fato, é algo que ja começa sujo…é por isso que essa foi a empresa vencedora da liticitação.

Borges Miranda

Quem ainda não conhece a JM, em breve terá oportunidade. Uma empresa que desenvolve um trabalho sério e com qualidade indiscutível. Cachoeira? Aqui em Brasília é terra de planalto!!!
Governador e povo de Pernambuco, separem o joio do trigo e não se deixem envolver por notícias infundadas.

Alfredo Beviláqua

Prezada Roberta Soares,
São muitas as construtoras que vencem as licitações, mascarando o preço, para depois faturar alto com adendos e mais adendos. Esta artimanha, já se tornou comum entre as obras públicas pelo Brasil afora, deste modo superfaturadas e o povo é quem paga o pato.
Este caso da vencedora da licitação, estar envolvida com o contraventor Cachoeira é apenas o fio da meada, porque são muitas……..

Desde o começo, me posicionei contra estes viadutos.
Não sou candidato a nada, mas, por achar que é uma imposição, que trata o povo por baixo, fiz campanha contra, colhi mais de mil assinaturas de uma abaixo-assinada que idealizei e repassei para o Pastor Ney da Igreja Batista da Capunga, para Camila Gerente da Farmácia Pague Menos e para outras pessoas e que se juntaram a outras quatro mil que fazem parte de uma Ação Pública, impetrada junto ao Ministério Público, contra este projeto. Enviei para os jornais algumas sugestões que foram publicadas. Também, protocolei muitas sugestões destinadas ao Sr. Governador. Participei de reuniões e de uma Audiência Pública. Evoluí bastante nas sugestões apresentadas. Esta alternativa que apresento agora será a última. É uma aspiração antiga, idealizada não por mim, mas por Jaime Lerner, político de prestígio em todo o Brasil, Arquiteto conceituado, especialista em mobilidade urbana. Eu apenas estou trazendo para a realidade de hoje, querendo mostrar ao Sr. Governador que é possível a sua execução, desde que o Governo de Pernambuco tenha ainteresse e boa vontade de fazer o melhor em benefício do povo e não estes quatro monstrengos idealizados por algumas construtoras que não têm compromisso com o povo…..…..

AMANTE DO RECIFE, CEARENSE CRITICA OS QUATRO VIADUTOS DA AGAMENON E APRESENTA UMA ALTERNATIVA……

O Projeto dos 4 viadutos na Av. Agamenon Magalhães só serve para perturbar mais ainda o povo do Recife e para sepultar um modal de transporte que poderá solucionar o trânsito caótico deste corredor de transporte.
Visando contribuir para a solução destes problemas, apresento uma alternativa viária, com um transporte público eficiente, sem poluição e sem agressões à sociedade e ao meio-ambiente. Esta alternativa será formada por uma linha de mão dupla expressa em VLT – Veículos Leves sobre Trilhos, elevada sobre o canteiro central da Agamenon, para alívio deste corredor de transporte e em benefício do povo do Recife, desde Santo Amaro até a Estação Joana Bezerra, numa extensão total de 3,6 Km.
Na curva do viaduto, onde o canal passa por baixo do viaduto João Paulo II, o elevado do VLT deve prosseguir no plano elevado sobre a pista, seguindo o alinhamento do canal até as imediações da comporta. A partir daí o Governo construirá uma ponte para o VLT, sobre o Rio Capibaribe e sobre a Av. Beira Rio e ainda sobre o anel viário proveniente da Av. Beira Rio e da Av. Martin Luther King e que dar acesso ao viaduto, isto para não prejudicar a mobilidade urbana no entorno da Estação Joana Bezerra.
Por amor ao Recife, o Governo de Pernambuco deve elaborar o projeto, oferecendo ao povo um transporte eficiente, silencioso e seguro.

Será mais um cartão-postal da Veneza Brasileira, com o mirante do VLT atravessando o Rio Capibaribe.

Prever-se a construção de uma Estação Terminal de Integração VLT/ônibus em Santo Amaro, após o Viaduto Presidente Médici, com retorno ali para os ônibus provenientes da Região Metropolitana Norte, os quais não poderão mais prosseguir pela Agamenon, com redução dos congestionamentos e da poluição ambiental, e sem prejuízo nenhum para as empresas de ônibus, pois o Governo já garante a compensação na integração entre as diferentes modalidades de transportes de massa.

Na Estação de Santo Amaro, os passageiros dos ônibus, com a mesma passagem, embarcarão no VLT com destino à Estação Joana Bezerra e daí fazendo integração com o Metrô, para Boa Viagem, Aeroporto, Jaboatão, Rodoviária e Arena da Copa.

O Governo deve construir quatro estações intermediárias para embarque/desembarque de passageiros: Espinheiro, Graças, Derby e Paissandu, todas com passarela para os pedestres, cobrindo os dois lados da avenida…….

Antônio Alfredo Coelho Beviláqua…..
Economista

Fábio Caparica » Links entre 09.05.2012 e 24.05.2012

[...] Empresa que vai construir viadutos da Agamenon Magalhães está envolvida no caso do bic…A empresa JM Terraplanagem e Construções, que compõe o Consórcio JM-Cidade, vencedor da licitação para construção dos polêmicos viadutos da Avenida Agamenon Magalhães, área central do Recife, está sendo citada nas investigações sobre o esquema de corrupção comandado pelo bicheiro Carlos Augusto Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira, envolvendo parlamentares, autoridades, empresas públicas e privadas. A informação é de que o contraventor, na relação com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), manteve contatos diretos com a JM Terraplanagem, conhecida por construir rodovias em áreas isoladas da Região Norte do Brasil. A relação foi tema de reportagem do jornal Correio Brasiliense publicada no dia 29/4 e reproduzida no site no dia 30/4.?log=out [...]

Alfredo Beviláqua

……UMA DECISÃO DE LONGO PRAZO PARA A AGAMENON……

O Diário de Pernambuco publicou na edição de Domingo, dia 10 de junho, uma ampla e bem elaborada reportagem sobre o projeto dos 4 viadutos da Agamenon, com destaque na primeira página: “A transformação que a Agamenon espera há 40 anos”.
A decisão do Governo pelos 4 viadutos transversais da Agamenon, está cheia de erros.
Isto, porque os técnicos do Governo não tinham pronto um projeto atualizado de longo prazo para a mobilidade do Corredor Norte-Sul, diante das pressões da FIFA exigindo um urgente plano de mobilidade urbana, visando os jogos da Copa de 2014. Às pressas, cometeram um erro maior ainda, ao aproveitarem um projeto caduco, elaborado há 40 anos, sem serventia para os dias de hoje, apenas com remendos, destacando-se o colosso dos 4 viadutos estaiados, dando uma aparência de modernidade.
Mas quem não erra? Não podemos nunca é permanecer no erro. Por uma questão de humildade e de bom censo, acredito que ainda há tempo de ser corrigido. Se quiserem mesmo resolver o problema, a única alternativa capaz de solucioná-lo desde já, será através de uma linha de mão dupla expressa em VLT – Veículos Leves sobre Trilhos, elevada sobre o canteiro central da Agamenon, desde Santo Amaro até a Estação Joana Bezerra, numa extensão de 3,6 Km, oferecendo ao povo do Recife um transporte público definitivo, eficiente, silencioso e seguro, sem poluição e sem agressões à sociedade e ao meio-ambiente.
É bom dizer que durante a sua execução, as interrupções do fluxo da Agamenon serão mínimas, próximas de zero. Além do mais, tendo em vista que os ônibus provenientes da Região Metropolitana Norte não poderão mais prosseguir em frente pela Agamenon, após o TI de Santo Amaro, tendo que retornar dali mesmo, pode-se transformar uma faixa desta avenida numa ciclovia exclusiva protegida por blocos de concreto, partindo dali até Boa Viagem.
Observar que a citada linha de VLT expressa será uma obra definitiva, com serventia para já e para além do próximo século, e por isso, embora seja mais cara do que os 4 viadutos, tem uma vantagem comparativa bem superior do que a obra emergencial em questão, e o atual Governo tem como conseguir os recursos necessários para a sua construção, pois estamos diante de uma oportunidade única que é o PAC da Copa.
Para maiores informações ao povo, eu já tenho pronto o resumo do memorial descritivo desta obra.

Antônio Alfredo Coelho Beviláqua
Economista

Além de viadutos, Agamenon Magalhães ganhará Cachoeira artificial | Diario Pernambucano - Falsiê, mas sem farsas.

[...] a Cachoeira. Segundo fontes, a JM tem uma péssima reputação quando o assunto é Cachoeira. Clique aqui e confira o projeto. Empresa que vai construir viadutos da Agamenon Magalhães está banhada na onda do bicheiro [...]

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