25 out 2014

Cartões do SSA 3, da UPE, disponíveis a partir de 2ª feira

Provas do SSA 3 serão dias 16 e 17 de novembro. Foto: Bernardo Soares /  JC Imagem

Provas do SSA 3 serão dias 16 e 17 de novembro. Foto: Bernardo Soares / JC Imagem

A partir de segunda-feira, os 11.876 candidatos da terceira etapa do Sistema Seriado de Avaliação (SSA), da Universidade de Pernambuco (UPE), deverão imprimir o cartão de inscrição. As provas serão realizadas dias 16 e 17 de novembro, exatamente uma semana após o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Na disputa estão 1.386 vagas.

O documento de inscrição ficará disponível no site www.processodeingresso.upe.pe.gov.br. Segundo o presidente da comissão do vestibular, Ernani Martins, para ter acesso ao cartão o vestibulando deve informar login e senha cadastrados quando efetuou a inscrição. No documento constará o local em que ele fará as provas.

O concurso será aplicado no Recife, Olinda e Jaboatão, na Região Metropolitana, que corresponde a cerca de metade dos participantes. Haverá testes também nas cidades de Nazaré da Mata e Palmares, na Zona da Mata; Caruaru e Garanhuns, no Agreste; Salgueiro, Arcoverde e Petrolina, no Sertão.

Entre os não-cotistas, os dois cursos mais concorridos são direito em Camaragibe (66,8 candidatos por vaga) e medicina em Serra Talhada (30,17 inscritos por vaga). As graduações mais disputadas entre os cotistas são direito, em Arcoverde e Camaragibe (empatados com 54 feras por vaga) e medicina em Serra Talhada (37,5 concorrentes por vaga).

25 out 2014

Pode dar água no Enem

Renata Monteiro

O Brasil é dono de uma das maiores bacias hidrográficas do mundo. O fato, entretanto, não impede que os brasileiros sofram com a falta d’água nas mais diversas partes do País, o que acaba acarretando problemas também na geração de energia elétrica. “Não basta ter água, é preciso saber lidar com esse recurso”, afirmou a professora de geografia do Colégio Santa Maria Rinalda Ferraz, lembrando que a recorrente estiagem em regiões como o Semiárido nordestino e a rara e preocupante seca em um Estado como São Paulo são temas que provavelmente serão abordados este ano no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Por ter um território rico em rios de planalto, o Brasil sempre apostou na energia produzida em usinas hidrelétricas. O problema, segundo a professora Rinalda, é que, a partir da década de 1990, o consumo energético brasileiro aumentou muito, mas a oferta de energia continuou a mesma. “Antigamente era incomum uma casa ter dois aparelhos de TV, por exemplo. A partir de 1994, quando nossa moeda começou a se estabilizar e a inflação diminuiu, adquirimos produtos como geladeiras, ares-condicionados, freezers etc. A oferta de produtos se tornou elástica, mas a de energia continuou inelástica”, explicou.

Para tentar resolver o problema, o governo federal desengavetou projetos antigos na área de geração de energia. Estas iniciativas, no entanto, são consideradas, do ponto de vista ambiental, totalmente negativas. “A construção de novas hidrelétricas vai de encontro a programas do próprio governo no que diz respeito a preservacionismo, conservacionismo e preservação de terras agricultáveis. Para realizar uma obra dessa dimensão, rios têm seus leitos escavados, são temporariamente desviados, a forma como a evaporação se dá na região é afetada entre outros problemas”, disse a professora.

Ainda conforme Rinalda, países que possuem recursos hídricos mais limitados do que o Brasil conseguiram encontrar meios eficientes para lidar com a escassez de água e garantir energia elétrica. As opções escolhidas, porém, não necessariamente são as ideais, pois, em sua maioria, não conseguiram se desvencilhar da dependência do petróleo.

“Alguns países da Europa, por não possuírem condições hídricas para a produção de energia por meio de hidrelétricas, se valem das termelétricas para chegar a este objetivo. Não podemos tratar esse tipo de usina como fonte alternativa de energia porque usamos esse termo quando nos referimos a mecanismos que substituem nossa dependência em relação ao petróleo, o que não é o caso. No entanto, podemos dizer que essa é a melhor alternativa para as condições limitadas de escoamento superficial de água daquela região”, ponderou.

(matéria publicada no Jornal do Commercio de 17/09/2014)

24 out 2014

Estatística pode cair na prova de matemática do Enem

Professor Gustavo aposta que questões com estatística estarão na prova de matemática. Foto: Edmar Melo /  JC Imagem

Professor Gustavo aposta que questões com estatística estarão na prova de matemática. Foto: Edmar Melo / JC Imagem

Renata Monteiro

Com o acirramento da corrida eleitoral, temos visto um número cada vez maior de levantamentos realizados por institutos de pesquisa de todo o País, tentando antever os resultados que serão mostrados nas urnas. Nada além de estatística aplicada, assunto que provavelmente estará na prova de matemática e suas tecnologias, no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A avaliação será dias 8 e 9 de novembro.

Segundo Gustavo Duarte, professor do Colégio Santa Maria, para se conseguir um resultado mais preciso em uma pesquisa é necessário usar o que na matemática se chama de ponderação. “Uma pesquisa bem embasada não pode, por exemplo, pegar 10 eleitores de cada Estado e submetê-los a um questionário. Fazendo isso, presume-se que todos os Estados têm a mesma quantidade de eleitores, o mesmo peso, o que não é verdade. São Paulo, por exemplo, tem muito mais eleitores do que Pernambuco e se essa informação não for considerada, uma diferença entre o resultado do levantamento e o das urnas será verificada”, explicou.

Conforme o professor Almir Serpa, há uma grande possibilidade do Enem abordar o tema, focando na mudança brusca nas pesquisas de intenção de votos de algum candidato no período de campanha. “A prova deve trazer um artigo de jornal ou revista apontando, por exemplo, o crescimento vertiginoso da candidata Marina Silva após a morte de Eduardo Campos. A partir deste dado, ela deve pedir que o estudante calcule, dentro de determinado período, qual a amplitude da amostra destacada”, disse Serpa. Amplitude, lembra Gustavo Duarte, é um dos elementos estudados na estatística, uma medida de dispersão

GRÁFICOS – Como cerca de 60% do Enem é composto por gráficos, aplicados não somente na prova de matemática, os feras precisam saber interpretar esse tipo de figura. “Os principais gráficos que os estudantes devem conhecer são os de linha, de coluna vertical, de coluna horizontal, de setores e o histograma. No entanto, tão importante quanto conhecê-los, é conseguir interpretá-los com base em um letramento estatístico”, explicou Duarte.

“A leitura de gráficos não é simples e direta como parece e é preciso treino para se chegar a uma agilidade de compreensão. Uma prova como o Enem precisa ser lida com rapidez, pois os enunciados são muito extensos”, afirmou Almir Serpa. “Aconselho meus alunos a lerem a prova em 5 ou 10 minutos e começarem a responder as questões mais fáceis. Deixando para o final as mais difíceis, eles já terão conseguido garantir as respostas das demais”, concluiu o professor.

23 out 2014

Primeira Guerra Mundial na revisão de história para o Enem

Elias Nascimento diz que a disputa por territórios e mercado consumidor entre potências industrializadas foi um dos motivos para o início da guerra. Foto: Bobby Fabisak /  JC Imagem

Elias Nascimento diz que a disputa por territórios e mercado consumidor entre potências industrializadas foi um dos motivos para o início da guerra. Foto: Bobby Fabisak / JC Imagem

Renata Monteiro

No ano que marca os 100 anos da Primeira Guerra Mundial, conflito que mudou radicalmente o mundo moderno, o tema é tido como praticamente certo no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Aprofundar-se no fato é fundamental, mas a visão do aluno em relação a ele – e a todos os outros que estão sendo estudados – não pode ser tradicional, positivista. Um acontecimento dessa proporção requer entendimento histórico do caso e compreensão de sua dimensão geopolítica, filosófica e sociológica, além de seus reflexos na atualidade.

Conforme Elias Nascimento, professor de história geral do Colégio Santa Maria, a disputa por territórios e mercado consumidor entre potências industrializadas foi um dos principais motivos para o início da guerra. “Estudar a Primeira Guerra desassociando-a da Revolução Industrial é impossível. O primeiro país a se industrializar, a Inglaterra, formou o maior império colonial do mundo a partir da segunda metade do século 19. Pouco depois, França e Bélgica formaram o segundo maior império. Com o tempo, os países que se industrializaram tardiamente entraram na disputa por áreas onde pudessem conseguir matérias-primas e onde fosse possível criar um mercado consumidor. Foi aí que as tensões começaram”, explicou.

Em livros didáticos, é comum haver ligação direta do início da guerra com o assassinato do herdeiro do trono do Império Austro-húngaro, o arquiduque Francisco Ferdinando, por um nacionalista sérvio. A informação não está incorreta, pois o fato foi o estopim para o começo do conflito, mas, de acordo com Elias Nascimento, não é isso que o Enem vai exigir. “O exame quer que o estudante relacione, por exemplo, o fato local – morte do arquiduque – que levou a uma guerra maior há um século, a outros que ocorreram recentemente. Afinal, não foi isso que aconteceu após o 11 de setembro? Não é isso que pode vir a ocorrer com as tensões entre Rússia e Crimeia?”, indaga o professor.

“O Enem vai muito além do simples acontecimento histórico. O exame trabalha o fato relacionado e contextualizado o tempo todo. Tanto é que não há prova de história, e sim de ciências humanas e suas tecnologias. A interdisciplinaridade e a conversa com temas transversais é o que dá o tom da avaliação”, completou.

(matéria publicada no Jornal do Commercio de 10/09/2014)

22 out 2014

Enem será aplicado em 75 cidades pernambucanas

Alunos do Colégio Santa Maria em ritmo de revisão para o Enem. Foto: Sérgio Bernardo / JC Imagem

Alunos do Colégio Santa Maria em ritmo de revisão para o Enem. Foto: Sérgio Bernardo / JC Imagem


As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nos dias 8 e 9 de novembro, serão aplicadas, em Pernambuco, em 75 municípios, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

No Estado há 432.981 candidatos inscritos. O número representa 4,96% do total de participantes no País (8.721.946 estudantes cadastrados). Em relação ao ano passado, houve um crescimento, em Pernambuco, de 28% no número de candidatos.

Em 11 das 14 cidades da Região Metropolitana do Recife serão realizados testes do Enem: Recife, Olinda, Jaboatão, Cabo, Camaragibe, Abreu e Lima, Igarassu, Ipojuca, Moreno, São Lourenço da Mata e Paulista. Ficaram de fora Araçoiaba, Itamaracá e Itapissuma.

As Universidades Federais de Pernambuco (UFPE), Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Vale do São Francisco (Univasf) selecionarão seus alunos das graduações com as notas do Enem, a partir do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação.

 

22 out 2014

Transgênicos, ecologia e programa de saúde na revisão de biologia para o Enem

Professor Rodrigo alerta para os feras revisarem assuntos como transgênicos. Foto: Sérgio Ribeiro /  JC Imagem

Rodrigo explica que maioria dos salgadinhos são feitos com milho e soja transgênica. Foto: Sérgio Bernardo / JC Imagem

Sabe aqueles salgadinhos industrializados que muita gente (sobretudo criança) gosta de comer no lanche? A maioria é produzida com milho ou soja transgênica. Tanto que nas embalagens há um símbolo (um T maiúsculo) informando isso ao consumidor e que muitas vezes passa despercebido. E o que tem a ver com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)? É um dos assuntos que pode ser cobrado na prova de ciências da natureza, que envolve conteúdos de biologia, química e física. A avaliação está marcada para os dias 8 e 9 de novembro, com a participação, em Pernambuco, de 432.981 candidatos  (no Brasil serão 8,72 milhões de estudantes).

“Questões de biotecnologia têm aparecido  no Enem. É importante que o vestibulando fique atento aos Organismos Geneticamente Modificados, conhecidos  como OGM, sendo os transgênicos os mais comuns. Há vários alimentos que consumimos no nosso cotidiano que são feitos com OGM. Praticamente todo o milho e a soja produzidos atualmente no mundo são transgênicos, por exemplo”, destaca o professor Rodrigo Bacelar, do Colégio Santa Maria. “Todo transgênico é um OGM pois recebe um gene de uma outra espécie.  Mas nem todo OGM é necessariamente um transgênico”, complementa o professor.

Rodrigo lembra que conhecimentos sobre os processos de  fermentação podem estar relacionados ao assunto. Por isso o estudante que quiser se dar bem no Enem deve relembrar, na revisão antes das provas, como acontece a fermentação realizada com microorganismos para a produção de pão, de álcool ou de vinho.

Ainda na biologia, o professor sugere que os candidatos reforcem o estudo sobre relações ecológicas e poluição ambiental, dois temas que fazem parte da ecologia. A chuva ácida é um exemplo de evento que provoca tantos impactos ambientais (alteração do ph do solo e da água) como econômicos (como os danos em monumentos e pinturas de veículos).

SAÚDE – Com a mudança de perfil hoje para provas mais conteudistas em vez de interpretativas, as questões do Enem prezam por abordar assuntos do dia a dia dos jovens. Nesse contexto, Rodrigo diz que a parte de biologia no teste de ciências da natureza apresenta frequentemente perguntas de programa de saúde.

“O estudante deve saber, por exemplo, no caso de enchentes, quais as doenças que a população fica exposta por causa da falta de água potável ou porque ocorre a contaminação de lençóis freáticos, por vírus, bactérias e protozoários. Ele tem que conhecer a forma de contaminação da cólera, da hepatite e da leptospirose”, adverte Rodrigo. Vale ainda ler mais sobre o ebola, febre hemorrágica que tem assustado o mundo nos últimos meses.

21 out 2014

Cartões de inscrição do Enem disponíveis para consulta a partir de 2ª feira

enem_imagemDa Assessoria de Comunicação Social do MEC

Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão conferir seus cartões de confirmação de inscrição a partir da próxima semana. O sistema de consulta ao cartão estará disponível na página do exame na internet na segunda-feira, dia 27. Para acessá-lo, é preciso informar CPF e senha para conferir e imprimir o documento.

A partir dessa data, os cartões enviados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) via correios também começarão a chegar aos endereços informados no ato de inscrição pelos participantes.

Os cartões de confirmação apresentam os dados pessoais do participante – nome; cadastro de pessoa física (CPF); número de inscrição no Enem; data, hora e local de realização das provas; opção de língua estrangeira (inglês ou espanhol), necessidade de atendimento especializado ou específico (quando houver) e indicação de solicitação de certificação do ensino médio (se for o caso).

Em casos de cartões devolvidos, o Inep entra em contato com os participantes por meio de SMS e mensagem eletrônica, por celular e e-mail informados ao instituto no ato da inscrição. Quem não receber o cartão, não conseguir imprimi-lo pela internet ou constatar erro no documento, deve entrar em contato com o atendimento ao participante, pelo telefone 0800 61 61 61.

21 out 2014

Gêneros digitais: o Enem de olho nos “140 caracteres”

Professor de literatura Robson Teles diz que saber identificar as relações entre passado e presente é um dos trunfos de quem está se preparando para o Enem. Foto: Michele Souza / JC Imagem

Professor de literatura Robson Teles diz que saber identificar as relações entre passado e presente é um dos trunfos de quem está se preparando para o Enem. Foto: Michele Souza / JC Imagem

Renata Monteiro

Quem é que, nos dias de hoje, tendo acesso à internet, não se vale das ferramentas e da linguagem próprias deste canal para se expressar? Segundo dados do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2013, praticamente metade da população brasileira está conectada e, como consequência dessa realidade, textos curtos, abreviações, neologismos e hibridismo entre características de fala e de escrita têm estado cada vez mais presentes no nosso dia a dia. O mundo digital nos ensinou um novo modo de expressão, e este tema não pode passar despercebido pelos feras que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) daqui a dois meses.

“No lugar de trazer textos clássicos, o Enem se aproxima da realidade dos estudantes trazendo, por exemplo, tirinhas para que eles trabalhem os conceitos aprendidos em sala de aula. Afinal, um telegrama não diz muito aos nossos jovens, mas o Twitter, sim. Quase ninguém escreve cartas hoje em dia, mas e-mails todo mundo manda. É neste contexto que o estudo de gêneros digitais se insere”, explicou a professora de gramática do Colégio Santa Maria, Izabel Malheiros.

Um estudo do linguista Luiz Antônio Marcuschi, professor emérito da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), defende o aprofundamento da análise de gêneros digitais por três razões: pelo seu franco desenvolvimento e uso cada vez mais generalizado; pelas suas peculiaridades formais e funcionais e pela oportunidade que oferecem de se repensar conceitos, nos possibilitando rever nossa relação com a escrita e a oralidade.

Uma boa dica para os estudantes entenderem bem os conceitos de gêneros digitais, segundo a professora Izabel, se resume em apenas uma palavra: concisão. “Estes gêneros levantam a importância de se saber exatamente o que se quer dizer, de se cortar o que for desnecessário e deixar apenas o fundamental, pois se utilizam de uma linguagem muito objetiva. Era mais ou menos isso o que faziam autores como Chico Buarque na ditadura militar. Escreviam mensagens importantíssimas em poucas linhas e as colocavam bem no centro de textos enormes. Daí vinham os censores, cortavam o início e o final das obras, mas a mensagem principal continuava lá, intocada. A ideia precisa ser passada de forma concisa, precisa, direta”, comentou.

A economia vocabular, entretanto, não é um aspecto exclusivo da linguagem dos séculos 20 e 21. De acordo com o professor de literatura Robson Teles, saber identificar as relações entre passado e presente é um dos grandes trunfos de quem está se preparando para o Enem. “Machado de Assis faz uma análise psicológica da sociedade do seu tempo usando frases curtas, textos diretos. Nada muito diferente do que temos no Whatsapp. Essas linguagens, tão objetivas, conversam entre si a partir do momento que pensam a comunicação de maneira semelhante.”

(matéria publicada no Jornal do Commercio de 07/09/2014)

20 out 2014

Conheça novo curso de comunicação social da UFPE, no câmpus de Caruaru

Novo curso começará a funcionar no segundo semestre de 2015. Foto: Passarinho /  ASCOM UFPE

Novo curso começará a funcionar no segundo semestre de 2015. Foto: Passarinho / ASCOM UFPE

Da Assessoria de Comunicação da UFPE

A partir do segundo semestre de 2015, a UFPE vai oferecer,  no câmpus de Caruaru, no Agreste, o novo curso de comunicação social com ênfases em mídias sociais e produção cultural. Serão 40 vagas, no turno da tarde.  A nova graduação foi aprovada semana passada pelo Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão. As 40 vagas serão disponibilizadas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação.

O curso será voltado para a formação de produtores culturais e comunicadores capazes de lidar com novos modelos de produção e disseminação de informação via internet e redes sociais. O aluno vai optar por qualquer uma das duas formações. Ou, se preferir, contemplar ambas as ênfases num currículo flexível. O novo curso terá nove períodos.

A proposta, inédita em Pernambuco, segundo o professor Amilcar Almeida Bezerra, que vai coordenar a nova graduação, tem como objetivo propiciar uma formação adequada às novas demandas do campo da comunicação social.

“A convergência das mídias em ambientes digitais e o aumento do volume e da circulação de informações em escala global criam a necessidade de um profissional de comunicação com sólida formação intelectual, capaz de gerenciar de forma competente diversos tipos de informação e transitar por múltiplas habilitações”, destaca o professor.

A estrutura curricular está organizada em dois grupos de disciplinas: as obrigatórias (reunidas nos três primeiros períodos – ciclo básico – e mais as disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso, no final) e as eletivas (a partir do 4º período, divididas por ênfase). A proposta é que, a partir do 4º período, o aluno tenha a oportunidade de escolher, entre diversas opções, quais disciplinas irá cursar.

As disciplinas estão agrupadas em duas ênfases: Mídias Sociais e Produção Cultural. Existem ainda as eletivas livres, que não estão vinculadas a nenhuma ênfase. Para receber o diploma de ênfase o aluno deverá cursar todas as disciplinas relacionadas para a ênfase escolhida.

O curso contará com laboratório de produção audiovisual com estúdio e ilha de edição, laboratório de fotografia e laboratórios equipados com PCs para uso corrente dos alunos em atividades de pesquisa e produção de conteúdos.

20 out 2014

IFPE prorroga até 4ª feira prazo para pagamento da taxa do vestibular

Há vagas em cursos técnicos  e superiores.

Há vagas em cursos técnicos e superiores.

O prazo para pagamento da taxa de inscrição do vestibular do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) foi prorrogado até a próxima quarta-feira (22). Inicialmente, o candidato teria que quitar a taxa até hoje, segunda-feira. O pagamento é feito em qualquer agência do Banco do Brasil.

Segundo a comissão do vestibular, o estudante tem que acessar novamente o sistema e gerar um novo boleto, com a data de pagamento atualizado (no caso,  22 de outubro). A taxa custa R$ 20 para cursos técnicos e R$ 40 para cursos superiores.

O vestibular será dia 23 de novembro. A prorrogação do prazo para pagamento não vai alterar o restante do cronograma do processo seletivo. O instituto oferece 5.247 vagas em cursos técnicos e superiores. As inscrições para o concurso acabaram domingo.

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